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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

THE MOST DANGEROUS COUNTRIES TO TRAVEL TO

The Most Dangerous Countries To Travel To

By on August 10, 2016




From the terror attacks in Nice, France to the ongoing spread of the Zika virus, the past year has been a dizzying one in terms of violence and disease outbreaks throughout the world.
These factors, among others, increase the likelihood travelers will be required to stay up to date on travel safety advisories.

Using 2016 data from the Canadian government and The Global Health Data Exchange, HealthGrove, a health visualization site by Graphic, created an ascending list of the most dangerous countries to travel to.

The Canadian  Advice and Advisories data comprises four major categories — “exercise normal security precautions,” “exercise a high degree of caution,” “avoid nonessential travel” and “avoid all travel.”

HealthGrove's list includes countries with at least an "exercise a high degree of caution" rating or higher and nations are ranked by worsening travel advisories. Ties were broken by using the Travel Mortality Index, which provides an aggregate score representing the likelihood of death caused by traveling to a given country.

The higher the index, the higher the probability of traveler death. The causes of death in the Index vary from diseases like Tuberculosis and HIV/AIDS to causes like “interpersonal violence,” “exposure to forces of nature,” “collective violence” and “legal intervention.”

The variation in causes explains why you’ll see France, for example, with a score (116.2), which is separated from that of Honduras (120.4) by only a few points.




COMO FAZER UMA LIGAÇÃO INTERNACIONAL.




Para fazer um telefonema internacional, existem algumas informações que você precisa para começar. Você deve primeiro saber o prefixo internacional. Este código permite discar de fora do país que você está ligando e é único para cada país. Uma vez que você pegar o telefone e ouvir um tom de discagem, você disca o código. No Brasil esse código é o 00.

O código DDI (Discagem Direta Internacional) para o Brasil é 55. Para as chamadas internacionais, no site Country Codes você encontra a lista completa, além de um simulador com os códigos de onde a chamada é originada para onde ela se destina.

Uma vez que o dígito do país é colocado, os próximos dígitos a serem discados para uma ligação internacional são o código de país do país que você está tentando chamar. Em alguns países, o código do país varia dependendo se você está ligando de um telefone celular ou um telefone fixo. 
No caso do Brasil, houve uma unificação para estas ligações. O código do país pode ter entre 1 a 3 dígitos.
Depois de discar o código do país, você deve discar o código de área ou da cidade, também variando entre 1-3 dígitos.

É bem fácil fazer um DDI. Com as ferramentas online de comunicação, esta opção tem ficado cada vez menos atraente. Porém, em situações de urgência, podem te ajudar muito. 

Temos que lembrar que ligações originadas em nosso país devem adicionar o código da operadora logo depois do código DDI 00.
Finalmente, é só discar o número de destino da chamada e você está pronto para falar. Aqui está um resumo de todas as etapas:
  • Passo 1: disque o prefixo internacional (ligações DDI originadas do Brasil precisam do código da operadora)
  • Passo 2: código do país para o qual a ligação se destina
  • Passo 3: código de área do município
  • Passo 4: número para o qual deseja discar.
Então, digamos que você queira ligar para Manhattan, na cidade de Nova Iorque nos Estados Unidos com uma chamada originada de São Paulo, no Brasil. 

O número discado ficará assim:
00 (Código DDI Brasil) + XX (Código da Operadora) + 1 (Código do País EUA) + 212 (Código da Cidade Manhattan + XXXXXXXX (Número de telefone)

A mesma ligação originada de Manhattan e com destino a um número de São Paulo ficaria no seguinte formato:
011 (Código DDI EUA) + 55 (Código do País Brasil) + 11 (Código da Cidade São Paulo) + XXXXXXXX (Número de telefone.

Bem simples não? Só tome muito cuidado com os valores cobrados por DDI, principalmente ao utilizar celulares em roaming internacional. Os valores a serem pagos são muito caros. Tente buscar opções mais baratas, como ligações por Skype ou VoIP ou a utilização de cartões telefônicos para as ligações. Alguns planos já oferecem valores mais em conta. Fique de olho nestas pegadinhas e por favor, só faça uma ligação internacional a cobrar se for muito urgente. Para fazer tal ligação, basta ligar para 0800-703-2121 e fazer sua chamada via telefonista.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

LAPA: UMA VOLTA AO MUNDO NA ESCADARIA SELARÓN

 Apenas 13 minutos a pé do Rio Lapa Inn Hostel.

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A Escadaria Selarón enche de cor um dos caminhos entre os bairros da Lapa e de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. O gigantesco mosaico é obra do artista plástico chileno Jorge Selarón, que começou a se dedicar a decorar a escada no início dos anos 90.
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Jorge Selarón retratado na escadaria
Com seu trabalho contínuo, e recursos próprios, deixou um presente para a cidade: os 250 degraus entre a rua Joaquim Silva e o Convento de Santa Teresa se transformaram em um monumento e um ícone do Rio.
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A Escadaria Selarón já rodou o mundo. Foi cenário de clipes, propagandas, editorais de moda. E o mundo está na Escadaria Selarón: entre as mais de 2 mil peças que formam o seu desenho, existem azulejos de mais de 60 países, muitos deles presenteados ao artista por turistas e fãs da obra.
Depois de garantir suas selfies no cenário mais colorido do Rio, não deixe de olhar mais de perto os pedaços que formam esse mosaico.

Escadaria Selarón: uma volta ao mundo

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Austrália
Veio de muito longe o azulejo da Austrália, mas o canguru e o coala sorridentes parecem não ter sofrido nada com o jetlag.
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Cazaquistão
Um dos 10 maiores países do mundo, o Cazaquistão aproveitou para se esparramar na Escadaria Selarón com conjunto de 12 peças de cerâmica.
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Áustria e Eslovênia
Quem levou o azulejo da Áustria preferiu apresentar os seus 9 estados; quem levou o da Eslovênia, os seus trajes tradicionais.
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Jordânia
E o azulejo da Jordânia não poderia deixar de mostrar um pouquinho das paisagens desérticas do país.
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Luxemburgo e Suíça
Mesmo o diminuto grão-ducado de Luxemburgo está na Escadaria Selarón. E, não, na Suíça as vacas não costumam usar tênis (talvez seja um modelito de férias).
E, por falar em férias, passear pela Escadaria Selarón é encontrar muitos destinos de antigas ou futuras viagens:
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Paris, Amsterdã e Berlim
Na categoria "mochilão pela Europa" tem Paris, Amsteredã e Berlim...
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Barcelona
... e também Barcelona, apropriadamente representada pela obra de um certo Antoni Gaudí, que também era chegado em mosaicos.
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Nova York, San Francisco, New Orleans e Flórida
Os Estados Unidos marcam presença com os favoritos Nova York, São Francisco e Flórida, mas um animado casal de lagosta e jacaré de New Orleans ajuda a lembrar que há usos mais criativos para o visto americano do que normalmente fazemos.
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Mendoza e Machu Picchu
Da nossa América do Sul, as montanhas de Machu Picchu e as vinícolas de Mendoza devem ser destinos na lista de desejos de muitos leitores deste post...
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São Luís e Recife com Selarón e Athos Bulcão
... onde devíamos tratar de incluir mais viagens pelo Brasil, país que o chileno Selarón amou imensamente.

Como visitar a Escadaria Selarón

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A Escadaria Selarón fica próxima aos Arcos da Lapa. De transporte público, você vai de metrô até a estação da Cinelândia, ou de ônibus até a rua Mem de Sá, e caminha de 5 a 10 minutos até lá.
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Rua Teotônio Regadas
O melhor acesso é pela rua Teotônio Regadas, que fica entre a Sala Cecília Meireles e o Restaurante Ernesto (um bom lugar para comer depois da visita; funciona de 2ª a sábado, das 11h às 2h da madrugada). Você já vai ver a escadaria ao entrar na rua.
A Escadaria Selarón tem acesso livre a qualquer hora, sem cobrança por entrada. Durante o dia, é maior o movimento nas ruas da Lapa e do Centro de 2ª a 6ª, mas a escadaria recebe muitos turistas nos sábados e domingos também.


por Mariana Amaral





segunda-feira, 17 de outubro de 2016


O Museu do Amanhã é um museu construído no município do Rio de Janeiro, Brasil. O prédio, projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, foi erguido ao lado da Praça Mauá, na zona portuária (mais precisamente no Píer Mauá).

A proposta da instituição é ser um museu de artes e ciências, além de contar com mostras que alertam sobre os perigos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e do colapso social. O edifício conta com espinhas solares que se movem ao longo da claraboia, projetada para adaptar-se às mudanças das condições ambientais. A exposição principal é majoritariamente digital e foca em ideias ao invés de objetos.

A pretensão do Museu do Amanhã é inaugurar uma nova geração de museus de ciências no mundo, sendo considerado "de terceira geração", com uma concepção que o posiciona como o primeiro museu global de "terceira geração".

A "primeira geração" de museus é voltada para os vestígios do passado, como os museus de história natural.
 A "segunda geração" busca difundir as evidências do presente, como os museus de ciência e tecnologia.
 A "terceira geração", destina-se a expor as mudanças, perguntas e a exploração de possibilidades futuras para a humanidade. É neste último conceito que se encaixa o museu carioca.



Os ingressos devem ser adquiridos on line pois os ingressos por hora na bilheteria são limitados. O Museu fecha as segundas.

Onde comprar/informações:
https://ingressos.museudoamanha.org.br/#!/home


Como chegar lá saindo do Rio Lapa Inn Hostel:


Jefferson Bilisco, a samba dancer dressed as a "Malandro" doing his choreography in Santa Teresa streets.

GO BY BUS - VÁ DE ÔNIBUS RIO DE JANEIRO

 GO BY BUS - RIO DE JANEIRO            

 It is very common to tourists visiting for the first time Rio ask what bus to take them to their favorite places.

I found a site that explains in simple and objective way this question that afflicts any first-timer visitor

 
The coolest thing is that it is integrated with Google maps and has the version in English and Spanish.

"Go by Bus Rio de Janeiro" contains the names of the bus, their numbers, routes and where to get them.

Note this tip and you'll never catch the wrong bus and be trying to ask for directions on the street, especially when one does not speak the local language

 http://www.vadeonibus.com.br

and have a good trip!

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 VÁ DE ÔNIBUS RIO DE JANEIRO


 É muito comum aos turistas que visitam o Rio pela primeira vez perguntarem quais são ônibus que os levarão aos seus lugares preferidos.

Achei um site que explica de forma simples e objetiva essa questão que aflige a qualquer marinheiro de primeira viagem.
O mais legal é ele que é integrado ao Google maps e tem a versão em língua inglesa e espanhola.

"Vá de ônibus Rio de Janeiro" traz os nomes dos ônibus, os seus números, as rotas e onde pegá-los.

Anote essa dica e você nunca mais vai pegar ônibus errado e ficar tentando pedir informações na rua, ainda mais quando não se fala a língua local.

  http://www.vadeonibus.com.br


e boa viagem!

terça-feira, 27 de setembro de 2016

A Lapa de hoje, a Lapa de outrora…




 
Perfeito Fortuna, a cabeça do Circo Voador


A Lapa de hoje, a Lapa de outrora…
Por: Marcio Allemand


A Lapa é o coração cultural do Rio de Janeiro, a carteira de identidade da cidade. 
E é assim há muito tempo. Quem frequenta a Lapa? Todo mundo. É lá que as diferenças andam juntas. É onde todo mundo é diferente, o lugar em que as tribos se encontram, quase sempre em harmonia. 

É a Lapa das histórias de Madame Satã, dos malandros, travestis e prostitutas de ontem e de hoje. 
É a Lapa de Selarón, da energia do Perfeito Fortuna, do empreendedorismo de Léo Feijó e Aline Brufato, do samba de Galotti, Teresa Cristina, Nilze Carvalho e tantos outros.

O escritor Lima Barreto, lá pelos idos de 1915, escreveu uma carta a um delegado de polícia onde reclamava que na rua em que ele morava, a Joaquim Silva, ali debaixo dos Arcos, estava começando uma movimentação estranha. Ele falava de umas meninas circulando num ambiente que até então era considerado familiar, algo inadmissível para a época. Tal carta é exemplo que marca a primeira virada na história do bairro mais transgressor do Rio de Janeiro.

Dama da noite
Foi por volta de 1915 que a Lapa deixou de ser apenas um espaço diurno – com seu comércio, seus restaurantes – e deu lugar a um ambiente notívago, boêmio, das pensões e dos cabarés, com as francesas e seus cafetões.

É justamente esse clima que fez com que a Lapa começasse a se diferenciar da Praça Tiradentes e da Cinelândia, famosas já naquele tempo por seus teatros de revista e salas de cinema. Alguns historiadores afirmam, ainda, que naquela época não se ouvia música brasileira na Lapa.

Dizem que os bons compositores até frequentavam o bairro, como Noel Rosa, mas o que se ouvia nesses cabarés era música francesa ou italiana. 
Foi então que começaram a surgir na rua do Lavradio e na da Carioca os cafés cantantes, que seriam os famosos bares com música ao vivo. 

“O chope gelado e bem tirado, com ou sem colarinho, também começava a conquistar o gosto dos cariocas, no lugar do vinho”, conta o empresário Léo Feijó, sócio de uma das casas mais famosas da Lapa de hoje e que recentemente lançou o livro “Rio Cultura da Noite, uma história da noite carioca”

Léo faz questão de dizer que não é historiador, mas conhece muitas histórias da Lapa. Sabe, por exemplo, que por lá moraram personalidades ilustres, como Machado de Assis, Carmem Miranda e até mesmo Jorge Amado.“Era um bairro de famílias tradicionais, principalmente na parte onde hoje está localizada a Sala Cecília Meireles”, diz.

A Lapa também era o ponto dos modernistas cariocas, a partir da década de 1920. Eles frequentavam o bairro, em busca de sua atmosfera agitada. Essa vitalidade vai até meados os anos 1940, quando começa um lento processo de decadência, iniciado nos tempos do moralismo do Getúlio Vargas do segundo governo. Influenciado pela esposa, dona Darcy, ele quis fechar os cabarés, acabar com a prostituição e ordenou o fechamento dos cassinos. Não conseguiu, mas golpeou a Lapa, que, nas quatro décadas seguintes, veria a sua vida boêmia perder o brilho.

O Circo chegou

Em 23 de outubro de 1982, numa Lapa abandonada, repleta de mendigos e sem maiores atrativos, aterrissa, num terreno ao lado dos Arcos, o Circo Voador, depois de uma passagem meteórica de dois meses no Arpoador. 

À frente da trupe, Perfeito Fortuna, com a energia que lhe é peculiar. “Chegamos na Lapa na marra. Nós éramos um farol nesse lugar e esse farol acarretou na recuperação do patrimônio material e do orgulho carioca”. Passados 32 anos, Perfeito não encabeça mais o Circo, mas administra com sucesso a Fundição Progresso, logo ao lado.

Com o tempo, outros empreendedores foram conquistando seu espaço no bairro. Do Circo Voador ao Bar Semente, foram 15 anos
. 
Aline Brufato, atual dona do bar, conta que conheceu o local assim que chegou de Porto Alegre,em 1998. “O Semente tinha uma coisa rara, que era música instrumental popular e reunia desde a Velha Guarda a Teresa Cristina, cria da casa”.

Léo Feijó é outro nome que não pode ser esquecido quando se fala da Lapa. Chegou no bairro no início dos anos 2000 e hoje é um dos mais respeitados empreendedores da noite carioca. “A Lapa é um retrato fiel do Rio de Janeiro e eu quero trabalhar para que tudo aqui melhore”, diz.

Galotti e Krassik

E se a Lapa é até hoje o reduto do samba, isso em parte se deve ao músico Eduardo Galotti, que em 1996 começou a promover rodas de samba no bairro, em bares que já não existem mais, como o Arco da Velha e o Empório 100, que funcionava num antiquário e foi pioneiro na Rua do Lavradio. 

“Foi um movimento coletivo, não teve um só responsável por essa revitalização, essa redescoberta da Lapa. A Lapa é de todo mundo, aqui tudo se mistura e é assim que deve ser”.

Nicolas Krasssik, por exemplo, um violinista francês que chegou ao Rio de Janeiro em 2001 sem conhecer ninguém. Ele já estudava a música brasileira, mas não tinha a intenção de morar por aqui. Seu único objetivo era conhecer melhor os ritmos brasileiros. Só que um acontecimento mudou tudo em sua vida.

“Um amigo me trouxe para conhecer a Lapa umas duas semanas depois de eu ter chegado da França. Estava acontecendo um festival de chorinho na Sala Cecília Meireles e eu conheci muitos músicos nessa noite, como Yamandu Costa e Zé Paulo Becker. Fiquei louco”.

Nicolas, que já gravou com astros como Gilberto Gil, João Bosco e Beth Carvalho, conta que passou a frequentar a Lapa pelo menos uma vez por semana, onde encontrou sua turma. “Eu já falava português, mas com a linguagem universal da música, os convites foram surgindo e eu resolvi ficar. A Lapa foi meu primeiro palco”, diz.