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domingo, 23 de outubro de 2016

Sem grana para viajar? Veja 10 hostels para se hospedar de graça


Por iG São Paulo



Em troca de acomodação gratuita e outras regalias, albergues e hostel contratam viajantes para trabalho temporário

Hospedar-se de graça em hostels e albergues é possível, basta trabalhar em troca de estadia
Getty Images
Hospedar-se de graça em hostels e albergues é possível, basta trabalhar em troca de estadia

Com o dólar nas alturas e a economia do Brasil cambaleando, fica difícil pensar em viajar para o exterior sem sentir o bolso doer. No entanto, o que muita gente não sabe é que é possível viajar para fora - e até aqui mesmo no País - sem gastar um tostão com hospedagem, que normalmente toma uma grande parcela do orçamento. Basta buscar estadia em albergues e hostels que oferecem acomodações gratuitas em troca de trabalho.
É claro que nem todo mundo está a fim de passar as férias trabalhando, mas para quem tem o espírito mochileiro, candidatar-se para vagas que variam entre recepcionista e auxiliar de serviços gerais em hostels podem ser uma ótima economia, além de ser uma maneira de conhecer outros viajantes que estão na mesma situação.

Para facilitar a sua busca por hospedagem gratuita, o site e-konomista listou dez hostels e albergues que oferecem acomodação em troca de trabalho; confira:

1 - Auberge Bishop, no Canadá

Auberge Bishop, no Canadá
Reprodução
Auberge Bishop, no Canadá

Com permanência mínima de duas semanas, o turista que deseja se hospedar de graça em Montreal, no Canadá, tem a opção de trabalhar no Auberge Bishop com tarefas como limpeza do local, serviços de camareiro e recepcionista. Em troca, o hostel oferece estadia, café da manhã e uso livre da lavanderia. De acordo com o e-konomista, o hóspede trabalha em média 28 horas por semana e tem direito a um dia de folga. Para se candidatar é preciso ter conhecimento intermediário de francês e inglês. Para mais informações, clique aqui.clique aqui

2 - Ith Big Bear Mountain Adverture Lodge, nos EUA

Ith Big Bear Mountain Adverture Lodge, nos EUA
Reprodução
Ith Big Bear Mountain Adverture Lodge, nos EUA

Se para você o que vale em uma viagem é vivenciar aventuras em contato com a natureza, esse hostel na Califórnia é a pedida certa. Para se hospedar gratuitamente no Big Bear Mountain Adventure Lodge, o viajante precisa se candidatar para as vagas de organização de guias turísticos, serviços de limpeza, cozinha e recepção. Em troca, o hostel oferece estadia, duas refeições e o uso da lavanderia. A carga horária do trabalho é de 25 horas por semana, com direito a um dia de folga. Para mais informações, clique aqui

3 - Ô de Casa Hostel, em São Paulo

Ô de Casa Hostel, em São Paulo
Reprodução
Ô de Casa Hostel, em São Paulo

Um dos únicos hostels da capital paulista a aceitar hóspedes em troca de serviços, o Ô de Casa, na Vila Madalena, oferece um quarto compartilhado gratuitamente e uma refeição por dia para o viajante que quiser trabalhar nas áreas administrativa, recepção, cozinha, fotógrafia e até design. Para curtir a cidade, o hostel também oferece uma escala com três dias de folga por semana e 30 horas semanais de carga horária. Para mais informações, clique aqui

4 - Piratas da Praia, no Recife

Piratas da Praia, no Recife
Reprodução
Piratas da Praia, no Recife

Com vagas para garçom, auxiliar de limpeza e de cozinheiro, recepcionista e até social media, o albergue Piratas da Praia, no Recife, oferece acomodação, café da manhã e lavanderia livre para os viajantes que quiserem trocar seus serviços por estadia por no mínimo duas semanas. O hóspede terá uma carga horária semanal média de 30 horas e direito a três dias de folgas. Para mais informações, clique aqui.

5 - Cosmo Elqui Stage, no Chile

Cosmo Elqui Stage, no Chile
Reprodução
Cosmo Elqui Stage, no Chile

Se você fala inglês e espanhol em nível intermediário e deseja explorar o litoral chileno sem ter de pagar por hospedagem, trabalhar no Cosmo Elqui em troca de estadia é uma boa opção. Além da acomodação, o hostel oferece também café da manhã e o uso da lavanderia para o viajante que trabalhar por lá por pelo menos duas semanas. A carga horária semanal é de 32 horas com direito a dois dias de folga. Para mais informações, clique aqui.

6 - Napier Prison Hostel, na Nova Zelândia

Napier Prison Hostel, na Nova Zelândia
Reprodução
Napier Prison Hostel, na Nova Zelândia

Construído na prisão desativada mais antiga da Nova Zelândia, o hostel atrai turistas que procuram por uma hospedagem que foge do comum. Para quem quer se hospedar de graça na Napier é necessário trabalhar 18 horas por semana, com direito a um dia de folga, em serviços como limpeza, reparos, fotografia e recepção. O local também é constantemente alugado para servir de cenário para programas de televisão, então também há oportunidades de trabalho para viajantes que tenham experiência com produção de vídeos. Para mais informações, clique aqui.

7 - Makuto Hostel, na Espanha

Makuto Hostel, na Espanha
Reprodução
Makuto Hostel, na Espanha

Localizado na cidade medieval de Granada, na Espanha, o hostel Makuto oferece acomodação, três refeições e lavanderia para os viajantes dispostos a trabalhar como cozinheiro, guia turístico e promotor de eventos por pelo menos quatro semanas. A carga horária é de 40 horas semanais, com direito a duas folgas por semana. Para mais informações, clique aqui.clique aqui

8 - Saint James Backpackers, no Reino Unido



Saint James Backpackers, no Reino Unido
Reprodução
Saint James Backpackers, no Reino Unido

Localizado em uma área central de Londres, o Saint James oferece estadia, café da manhã e uma ajuda de custo de 120 libras (cerca de R$ 670) por semana. Justamente por causa do dinheirinho extra, as vagas são bastante concorridas. Mesmo assim, é possível se candidatar para serviços na recepção, limpeza e área administrativa. A estadia mínima é de seis semanas e o hóspede tem uma carga horária de 36 horas semanais, com quatro dias de folga. Para mais informações, clique aqui.

9 - Cube Hostel, na Bélgica

Cube Hostel, na Bélgica
Reprodução
Cube Hostel, na Bélgica

Já imaginou se hospedar de graça em um hostel com mesas de bilhar, biblioteca, cinema e lounge? Pois é isso o que o Cube, em Leuven, oferece aos viajantes que desejam trocar serviços por estadia. As vagas variam entre as áreas de administração, arrumação, recepção e produção de vídeos, com jornada de trabalho de 25 horas semanais e direito a duas folgas. A permanência mínima é de um a três meses, dependendo do cargo. Para mais informações, clique aqui.clique aqui

10 - Atlantic Point Backpackers, na África do Sul

Atlantic Point Backpackers, na África do Sul
Reprodução
Atlantic Point Backpackers, na África do Sul

Com uma vista de dar inveja a muitos hotéis cinco estrelas, o Atlantic Point oferece hospedagem e café da manhã para os viajantes que quiserem trabalhar nas áreas de recepção, bar, administração e manutenção de redes sociais. A carga horária é de 8 horas por dia, com direito a duas folgas. A estadia mínima é de dois meses. Para mais informações, clique aqui.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

THE MOST DANGEROUS COUNTRIES TO TRAVEL TO

The Most Dangerous Countries To Travel To

By on August 10, 2016




From the terror attacks in Nice, France to the ongoing spread of the Zika virus, the past year has been a dizzying one in terms of violence and disease outbreaks throughout the world.
These factors, among others, increase the likelihood travelers will be required to stay up to date on travel safety advisories.

Using 2016 data from the Canadian government and The Global Health Data Exchange, HealthGrove, a health visualization site by Graphic, created an ascending list of the most dangerous countries to travel to.

The Canadian  Advice and Advisories data comprises four major categories — “exercise normal security precautions,” “exercise a high degree of caution,” “avoid nonessential travel” and “avoid all travel.”

HealthGrove's list includes countries with at least an "exercise a high degree of caution" rating or higher and nations are ranked by worsening travel advisories. Ties were broken by using the Travel Mortality Index, which provides an aggregate score representing the likelihood of death caused by traveling to a given country.

The higher the index, the higher the probability of traveler death. The causes of death in the Index vary from diseases like Tuberculosis and HIV/AIDS to causes like “interpersonal violence,” “exposure to forces of nature,” “collective violence” and “legal intervention.”

The variation in causes explains why you’ll see France, for example, with a score (116.2), which is separated from that of Honduras (120.4) by only a few points.




COMO FAZER UMA LIGAÇÃO INTERNACIONAL.




Para fazer um telefonema internacional, existem algumas informações que você precisa para começar. Você deve primeiro saber o prefixo internacional. Este código permite discar de fora do país que você está ligando e é único para cada país. Uma vez que você pegar o telefone e ouvir um tom de discagem, você disca o código. No Brasil esse código é o 00.

O código DDI (Discagem Direta Internacional) para o Brasil é 55. Para as chamadas internacionais, no site Country Codes você encontra a lista completa, além de um simulador com os códigos de onde a chamada é originada para onde ela se destina.

Uma vez que o dígito do país é colocado, os próximos dígitos a serem discados para uma ligação internacional são o código de país do país que você está tentando chamar. Em alguns países, o código do país varia dependendo se você está ligando de um telefone celular ou um telefone fixo. 
No caso do Brasil, houve uma unificação para estas ligações. O código do país pode ter entre 1 a 3 dígitos.
Depois de discar o código do país, você deve discar o código de área ou da cidade, também variando entre 1-3 dígitos.

É bem fácil fazer um DDI. Com as ferramentas online de comunicação, esta opção tem ficado cada vez menos atraente. Porém, em situações de urgência, podem te ajudar muito. 

Temos que lembrar que ligações originadas em nosso país devem adicionar o código da operadora logo depois do código DDI 00.
Finalmente, é só discar o número de destino da chamada e você está pronto para falar. Aqui está um resumo de todas as etapas:
  • Passo 1: disque o prefixo internacional (ligações DDI originadas do Brasil precisam do código da operadora)
  • Passo 2: código do país para o qual a ligação se destina
  • Passo 3: código de área do município
  • Passo 4: número para o qual deseja discar.
Então, digamos que você queira ligar para Manhattan, na cidade de Nova Iorque nos Estados Unidos com uma chamada originada de São Paulo, no Brasil. 

O número discado ficará assim:
00 (Código DDI Brasil) + XX (Código da Operadora) + 1 (Código do País EUA) + 212 (Código da Cidade Manhattan + XXXXXXXX (Número de telefone)

A mesma ligação originada de Manhattan e com destino a um número de São Paulo ficaria no seguinte formato:
011 (Código DDI EUA) + 55 (Código do País Brasil) + 11 (Código da Cidade São Paulo) + XXXXXXXX (Número de telefone.

Bem simples não? Só tome muito cuidado com os valores cobrados por DDI, principalmente ao utilizar celulares em roaming internacional. Os valores a serem pagos são muito caros. Tente buscar opções mais baratas, como ligações por Skype ou VoIP ou a utilização de cartões telefônicos para as ligações. Alguns planos já oferecem valores mais em conta. Fique de olho nestas pegadinhas e por favor, só faça uma ligação internacional a cobrar se for muito urgente. Para fazer tal ligação, basta ligar para 0800-703-2121 e fazer sua chamada via telefonista.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

LAPA: UMA VOLTA AO MUNDO NA ESCADARIA SELARÓN

 Apenas 13 minutos a pé do Rio Lapa Inn Hostel.

escadaria selarón lapa rio de janeiro
A Escadaria Selarón enche de cor um dos caminhos entre os bairros da Lapa e de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. O gigantesco mosaico é obra do artista plástico chileno Jorge Selarón, que começou a se dedicar a decorar a escada no início dos anos 90.
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Jorge Selarón retratado na escadaria
Com seu trabalho contínuo, e recursos próprios, deixou um presente para a cidade: os 250 degraus entre a rua Joaquim Silva e o Convento de Santa Teresa se transformaram em um monumento e um ícone do Rio.
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A Escadaria Selarón já rodou o mundo. Foi cenário de clipes, propagandas, editorais de moda. E o mundo está na Escadaria Selarón: entre as mais de 2 mil peças que formam o seu desenho, existem azulejos de mais de 60 países, muitos deles presenteados ao artista por turistas e fãs da obra.
Depois de garantir suas selfies no cenário mais colorido do Rio, não deixe de olhar mais de perto os pedaços que formam esse mosaico.

Escadaria Selarón: uma volta ao mundo

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Austrália
Veio de muito longe o azulejo da Austrália, mas o canguru e o coala sorridentes parecem não ter sofrido nada com o jetlag.
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Cazaquistão
Um dos 10 maiores países do mundo, o Cazaquistão aproveitou para se esparramar na Escadaria Selarón com conjunto de 12 peças de cerâmica.
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Áustria e Eslovênia
Quem levou o azulejo da Áustria preferiu apresentar os seus 9 estados; quem levou o da Eslovênia, os seus trajes tradicionais.
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Jordânia
E o azulejo da Jordânia não poderia deixar de mostrar um pouquinho das paisagens desérticas do país.
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Luxemburgo e Suíça
Mesmo o diminuto grão-ducado de Luxemburgo está na Escadaria Selarón. E, não, na Suíça as vacas não costumam usar tênis (talvez seja um modelito de férias).
E, por falar em férias, passear pela Escadaria Selarón é encontrar muitos destinos de antigas ou futuras viagens:
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Paris, Amsterdã e Berlim
Na categoria "mochilão pela Europa" tem Paris, Amsteredã e Berlim...
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Barcelona
... e também Barcelona, apropriadamente representada pela obra de um certo Antoni Gaudí, que também era chegado em mosaicos.
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Nova York, San Francisco, New Orleans e Flórida
Os Estados Unidos marcam presença com os favoritos Nova York, São Francisco e Flórida, mas um animado casal de lagosta e jacaré de New Orleans ajuda a lembrar que há usos mais criativos para o visto americano do que normalmente fazemos.
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Mendoza e Machu Picchu
Da nossa América do Sul, as montanhas de Machu Picchu e as vinícolas de Mendoza devem ser destinos na lista de desejos de muitos leitores deste post...
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São Luís e Recife com Selarón e Athos Bulcão
... onde devíamos tratar de incluir mais viagens pelo Brasil, país que o chileno Selarón amou imensamente.

Como visitar a Escadaria Selarón

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A Escadaria Selarón fica próxima aos Arcos da Lapa. De transporte público, você vai de metrô até a estação da Cinelândia, ou de ônibus até a rua Mem de Sá, e caminha de 5 a 10 minutos até lá.
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Rua Teotônio Regadas
O melhor acesso é pela rua Teotônio Regadas, que fica entre a Sala Cecília Meireles e o Restaurante Ernesto (um bom lugar para comer depois da visita; funciona de 2ª a sábado, das 11h às 2h da madrugada). Você já vai ver a escadaria ao entrar na rua.
A Escadaria Selarón tem acesso livre a qualquer hora, sem cobrança por entrada. Durante o dia, é maior o movimento nas ruas da Lapa e do Centro de 2ª a 6ª, mas a escadaria recebe muitos turistas nos sábados e domingos também.


por Mariana Amaral





segunda-feira, 17 de outubro de 2016


O Museu do Amanhã é um museu construído no município do Rio de Janeiro, Brasil. O prédio, projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, foi erguido ao lado da Praça Mauá, na zona portuária (mais precisamente no Píer Mauá).

A proposta da instituição é ser um museu de artes e ciências, além de contar com mostras que alertam sobre os perigos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e do colapso social. O edifício conta com espinhas solares que se movem ao longo da claraboia, projetada para adaptar-se às mudanças das condições ambientais. A exposição principal é majoritariamente digital e foca em ideias ao invés de objetos.

A pretensão do Museu do Amanhã é inaugurar uma nova geração de museus de ciências no mundo, sendo considerado "de terceira geração", com uma concepção que o posiciona como o primeiro museu global de "terceira geração".

A "primeira geração" de museus é voltada para os vestígios do passado, como os museus de história natural.
 A "segunda geração" busca difundir as evidências do presente, como os museus de ciência e tecnologia.
 A "terceira geração", destina-se a expor as mudanças, perguntas e a exploração de possibilidades futuras para a humanidade. É neste último conceito que se encaixa o museu carioca.



Os ingressos devem ser adquiridos on line pois os ingressos por hora na bilheteria são limitados. O Museu fecha as segundas.

Onde comprar/informações:
https://ingressos.museudoamanha.org.br/#!/home


Como chegar lá saindo do Rio Lapa Inn Hostel:


Jefferson Bilisco, a samba dancer dressed as a "Malandro" doing his choreography in Santa Teresa streets.

GO BY BUS - VÁ DE ÔNIBUS RIO DE JANEIRO

 GO BY BUS - RIO DE JANEIRO            

 It is very common to tourists visiting for the first time Rio ask what bus to take them to their favorite places.

I found a site that explains in simple and objective way this question that afflicts any first-timer visitor

 
The coolest thing is that it is integrated with Google maps and has the version in English and Spanish.

"Go by Bus Rio de Janeiro" contains the names of the bus, their numbers, routes and where to get them.

Note this tip and you'll never catch the wrong bus and be trying to ask for directions on the street, especially when one does not speak the local language

 http://www.vadeonibus.com.br

and have a good trip!

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 VÁ DE ÔNIBUS RIO DE JANEIRO


 É muito comum aos turistas que visitam o Rio pela primeira vez perguntarem quais são ônibus que os levarão aos seus lugares preferidos.

Achei um site que explica de forma simples e objetiva essa questão que aflige a qualquer marinheiro de primeira viagem.
O mais legal é ele que é integrado ao Google maps e tem a versão em língua inglesa e espanhola.

"Vá de ônibus Rio de Janeiro" traz os nomes dos ônibus, os seus números, as rotas e onde pegá-los.

Anote essa dica e você nunca mais vai pegar ônibus errado e ficar tentando pedir informações na rua, ainda mais quando não se fala a língua local.

  http://www.vadeonibus.com.br


e boa viagem!